
Trabalhos de Composição: Produção Textual de alguns Alunos
As 6ª série (601 e 602) trabalharam os afixos gregos que podem ser baixados aqui Através dele criaram suas histórias
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A CONSULTA Certo dia de manhã bem cedo, Ana tinha que ir ao Oftalmologista, e ela estava preocupada, pois estava chovendo muito, e ela sofria de brontofobia, e era importante fazer a consulta, mas temia ficar dentro do seu quarto sozinha do que sair, pois sofria de claustrofobia. Sua mãe tinha ido ao ginecologista e o seu pai era bibliopolo e tinha que sair muito mais cedo de sua casa. Ela sofria de brontofobia e astrofobia, ela começou a monologar e adormeceu. Quando ela acordou sua mãe estava lhe chamando: — Ana! Ana! Você quer acordar, por favor, senão vai perder a consulta - disse a mãe. Ana responde: — Não dá mais tempo. A mãe disse: — Certo, então vamos sair. Ana respondeu: — Vamos, mas para aonde? - Disse Ana. — Primeiro, vamos à pedicure, depois ao zoológico e ao museu - Respondeu a mãe. |
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Aluna: Zayne Cristhina Lopes Assunção - Turma: 602 - Escola: Coronel Sarmento - Professor: Heraldo Meirelles |
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Afixos Gregos e Influências Chamo-me Laina Moraes, e tenho FELINOFILA, ou seja, sou apaixonada por felinos, meu pai é BIOLÓGICO e sofre de HEMATOFOBIA. Minha irmã, Laís, tem MISOFOBIA, ou seja, ela tem medo de sujeira ou contaminação. Minha mãe tem uma excelente ORTOGRAFIA, já o meu primo, Victor, de 5 anos, tem uma CACOGRAFIA. Eu tenho uma amiga chamada Natiele que sofre de ARACNOFOBIA. A irmã dela tem ACROFOBIA. O padrasto de uma amiga minha é um BIBLIOPOLA, a mãe dela tem BACTEROFOBIA. O meu segundo pai, Heraldo Meirelles, é excelente professor de português, é um grande FILÓSOFO. A minha prima, Ana Izabel, tem ASTROFOBIA, ou seja, ela tem medo de trovões. A mãe dela tem NECROFOBIA e o pai dela sofre de ELECTROFOBIA. A mãe de uma amiga minha descobri que sofre de FELINOFOBIA, além de ela ter medo de felinos, ela é alérgica.
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Laina Moraes, 6ª Série, Turma 602. |
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Nas aulas de Língua portuguesa, da 7ª Série, Turma: 701. Trabalhamos a Tautologia, o chamado Pleonasmos. Redundâncias desnecessárias que comumente usamos em nossos dia-a-dia.
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FALTA FOTO
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Erros
Certo dia passava pela rua uma mulher e, de repente, começou a conversar com outra que por ali passava. Então começou o papo: — Oi, menina? — Oi, como vai? — Menina nem te conto, aconteceu um fato tão real comigo! — Menina, o que foi que aconteceu? E eu lá na minha janela a escutar. Queria ver até onde essa conversa ia parar. E a primeira respondeu: — Mana, assim que amanheceu o dia; você não sabe? — O que, o que? — Eu descobri no anexo junto a carta que meu marido tinha recebido de outra mulher. — E o que você fez? — Ah, nessa hora me deu uma vontade de pegar aquela safada.
— E porque não foi? — E ai;eu descobrir que ela era amante dele. — E agora? — Agora eu estou com meu marido. — Eu ainda o amo. — Ah,sim! — Bom, tenho que ir, tchau! — Tchau! E as duas se foram e eu fiquei lá, pensando...como as pessoas têm tantos erros em português. |
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Quezia do Rosário Turma: 701 |
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Amigos Pessoais. Todo dia, ao amanhecer o dia, eu vou à escola com Ana Lúcia, da esquina. Da esquina não é sobrenome, é o endereço da menina. O irmão dela é mais velho e, mesmo assim, é meu amigo. Sempre depois de comer aquela canja de galinha, nos dias 8, 9 e 10 inclusive. Sempre aquela velha tradição, nós vamos jogar bola lá num beco sem saída. Já o Carlos Alberto, do lado (do lado não é nome também), tem uma bicicleta legal, mas não empresta para ninguém. Os países do mundo são assim, têm uma multidão de pessoas de tudo que é jeito, pessoas que são chatas, e um monte de amigos pessoais. O Bruno, do prédio da frente. O Ricardo, do sétimo andar. O irmão da Lúcia, da esquina. O Demente Mental, do prédio de trás. O nome completo deles eu nunca tenho certeza absoluta, ou eu esqueço. Amigo não tem sobrenome. Amigo pessoal tem endereço!. |
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Gisleno Marques, 13 anos - Turma: 701 |
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O Naufrágio Era uma vez, um almirante da marinha chamado Jhonn. Um dia, Jhonn resolveu navegar de barco com sua esposa July, mas o seu barco estava em acabamento final. Justamente na hora do jantar, quando Jhonn comia uma canja de galinha, ele não percebeu que seu barco bateu em uma pedra e furou o casco. Sua esposa ficou assustada e disse: — Amor, o barco parou! E Jhonn respondeu: — Amor, o barco bateu em uma pedra e furou o casco, está entrando água lá na cozinha e está impossível de conter. O barco está afundando. O barco afundo próximo a uma ilha. Chegando lá, tiveram uma surpresa inesperada, não morava ninguém. A ilha era deserta. Eles ficaram alguns dias, apesar de ser deserta, não foi tão ruim, assim, pois os dois curtiram como se fosse uma segunda lua de mel. Eles viam amanhecer o dia e, durante à noite, viam a constelação de estrelas. Durante esses dias, eles também planejaram detalhes minuciosos para voltarem para sua cidade, no Pará. Eles fizeram uma labareda de fogo e um barco que estava de passagem avistou o sinal e parou para resgatá-los. Contou que seu barco havia afundado e que estavam ali há mais de 12 dias. Os tripulantes do barco ajudaram o casal. Os dois deram graças a Deus e entraram para dentro do barco e voltaram à sua cidade felizes. July falou para o marido: — Poxa, Jhonn, estou feliz por voltar para casa, embora sinta a falta da tranquilidade da ilha. Jhonn respondeu: — É verdade, July, pois na cidade tem muito vandalismo criminoso, mas nada melhor do que a nossa casa. Os dois viveram felizes para sempre.
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Charlie Kenmenny Magalhães Nogueira - Turma: 701 |
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O Diário da Misteriosa Menina Há anos atrás eu sentia vontade de entrar dentro daquela casa. Ao amanhecer o dia, quando íamos e voltávamos da escola, eu e meu irmão, Fred, encaravamos de frente aquela casa. Era velha tradição, havia muitos anos. Por que será que ela estava ali caindo aos pedaços, com aquele jardim que mais parecia um matagal e aquele portão de ferro enferrujado? Era a única casa que havia sobrado no beco sem saída. Dava sempre certo medo e curiosidade. Tenho dez anos e Fred é um ano mais velho do que eu. Não que eu queira me exibir, mas sou muito mais corajosa que ele. Eu dizia para ele: — Vamos entrar dentro e ver com os nossos próprios olhos como e lá? E ele respondia: — Não! Não, Marina, vou retornar de novo porque essa casa é mal assombrada, outro dia a gente vem. Bastava empurrar o portão e dar uma espiadela, se desse medo nós iríamos sair fora. Eu vivia insistindo e ele sempre inventando uma história para não entrar lá dentro. Dizia que lá dormiam bêbados, assassinos, contrabandistas, traficantes de drogas. O medo dele era tão grande que começou a falar de seres monstruosos de outros planetas. Aquela casa precisava de um acabamento final, e precisava ter uma abertura inaugural para continuar a permanecer.
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Malena de Souza Aragão, 14 anos - Turma: 701 |
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A menina misteriosa
Era uma vez uma menina muito misteriosa chamada Xena, que gostava muito de estudar sobre o sentido significativo do meio ambiente. A Xena era uma menina que sempre gostava de colaborar com uma ajuda auxiliar. Ela sempre se dedicou nos seus estudos, estava cursando o curso de engenharia, e sempre a sua autobiografia subia para cima. Ela era um tipo de mulher que sempre voltava atrás dos seus sonhos. Certo dia, ela estava estudando sobre a propriedades características da prefeitura municipal, quando apareceu uma goteira no teto, mas em fim, isso são pequenos detalhes para o estudo dela. Quando era noite,cansada de estudar, ia para frente de sua casa e ia admirar as estrelas do céu ela era muito sonhadora que planejava antecipadamente planos para o futuro. |
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Lorena Vieira dos Reis Idade:13 anos Série:7º Turma :701 |
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Tautologia - Exageros e Redundâncias desnecessárias Ao amanhecer o dia o almirante da marinha e o brigadeiro da aeronáutica fizeram uma surpresa inesperada para a viúva do falecido que era general do exército foram fazer a velha tradição para homenagear o general. Na homenagem compareceram vários amigo vindo de vários países do mundo para homenageá-lo. Há anos atrás não via tanto alvoroço e com meus próprio olhos tanta gente reunida para uma homenagem. Ouviram-se várias palavras de honra ao termina a homenagem ao general, eles tinham que retorna de novo para o seu país de origem para não ter que abusar de mais da hospedagem da viúva. A viúva ficou só para encarar de frente a tristeza e saudades do falecido a quem ela tinha se dedicada há mais de 40 anos.
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Eduardo Pinheiro da Silva idade: 12 anos Serie: 7° -Turma: 701 |
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A I Avaliação Parcial de Conhecimento da 5ª Série corrigida - Segunda Chamada de Português da 5ª Série
I Avaliação Parcial da 601 e 602
Exercício de Ortografia: diferenças de Mau e Mal/ Mais-Mas-Más