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Também conhecido como Neoclassicismo ou Setecentismo, uma vez que representou um retorno aos clássicos ocorridos depois de meados de 1700. Seu nome se refere a Arcádia, região do sul da Grécia, em homenagem a Arcas, filho de Zeus e Calisto (uma bela jovem, que deu origem à constelação da Ursa Maior. Arcas, seu filho, tornou-se rei da Pelásguia, que passou a se chamar Arcádia em sua honra. Na Inglaterra e na França a burguesia passa a dominar a economia, mesmo porque, naquele período (1789) tem-se o início da Revolução Industrial, com a troca da manufatura (produtos feitos a mão) pelos produtos industrializados (feitos a máquina). Isso deixa sem prestígio o clero (a religião) e a monarquia (o rei) e abre caminho para a classe burguesa, valorizando o homem, por isso, antropocentrismo. Claro, a força operária era importante fator para o crescimento da economia. O Arcadismo busca valorizar a vida no campo; o bucolismo e despreza a vida urbana, dando ênfase à mulher amada, ao pastoralismo, com linguagem simples e o uso de pseudônimos, com o intuito de aproveitar o momento (carpe diem), num lugar mais ameno (locua amoenus), fugindo das cidades (fugere urbem) e cortando tudo que era inútil (inutilia truncat). Enfim, o Arcadismo foi o retorno ao convencionalismo amoroso, onde no Brasil era o auge do ciclo de ouro em Minas Gerais, em Vila Rica, atual Ouro Preto, quando vai ocorrer a Inconfidência Mineira (1792) pelos levantes dos Inconfidentes que tem à frente: Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes), tendo como principais poetas: Santa Rita Durão (1722-1784, autor do poema: Caramuru; Cláudio Manuel da Costa (1729-1789); Basílio da Gama (1741-1795), autor de O Uruguai; Tomás Antônio Gonzaga (1744-1810), autor de Marília de Dirceu e Cartas Chilenas; Inácio José de Alvarenga Peixoto (1744-1793); Silva Alvarenga (1749-1793) e Bocage (1785-1805).
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